Jejum intermitente e seu funcionamento

Jejum intermitente e seu funcionamento

Saiba como funciona o jejum intermitente e entenda porque ele parece tão difícil de ser realizado. O jejum intermitente já gera benefício com 16 hora

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Saiba como funciona o jejum intermitente e entenda porque ele parece tão difícil de ser realizado.

O jejum intermitente já gera benefício com 16 horas, de modo que não há rigidez, mas sim flexibilidade quanto ao horário para fazer este tipo de jejum. O período de 24 horas foi escolhido por praticidade – o indivíduo, almoça, não janta, não toma café no dia seguinte, e almoça novamente 24 horas depois. Ele, passa 24 horas em jejum, mas não deixa de comer em nenhum dia. Neste planejamento Metabólico só existem dois estados metabólicos possíveis, o alimentado (“fed”) ou “em jejum” (“fasted”) e, enquanto estamos no estado alimentado, o corpo está no modo armazenamento e, no jejum, usa as reservas.

Em nosso estilo atual, passamos no mínimo 2/3 do nosso tempo alimentados – em um ideal de pessoa que se alimenta de 3 em 3 horas ou seja, isto impede o uso das reservas de gordura. Neste momento, se torna de suma importância o entendimento sobre o comportamento da insulina, ela é controlada com a baixa ingestão de carboidratos (low carb), mas nunca fica tão baixa quanto em jejum, sendo que o metabolismo não acelera com jejuns de período curto.

Do ponto de vista evolutivo, isto é óbvio: quando estamos com fome, precisamos ter energia para ir à busca de algum alimento, como os primórdios na luta para caçar algum animal ou achar umas raízes – se desacelerássemos, nossa falta de comida só pioraria, e morreríamos. Isto é diferente da fome crônica, na qual desaceleramos para não morrer. Ou seja, o metabolismo não depende muito do que você come ou deixa de comer, e sim de sua quantidade de massa magra (músculo), sendo que o que irá manter seu metabolismo basal alto é a musculação.

A grande maioria dos indivíduos sente fome ou ansiedade para comer, quando passa cerca de 3 horas sem se alimentar. Mas, neste momento, metabolicamente falando, você ainda está no estado “alimentado”, ou seja, seu corpo ainda estão processando os alimentos consumidos na última refeição. Há ainda energia não utilizada oriunda da última vez que você comeu, e você já está com fome. Como isso é possível? Simples, a forma com que comemos todos os dias “ensina” ao nosso corpo quando (a que horas) esperar por comida, e mesmo que tipos de comida esperar.

Matéria publicada em 07 de fevereiro de 2017, no blog do Profº Rogério Fernandes

 

 

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